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#1
 D'Leandro™

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Fundador

Complexibilidade do trabalho:
Este é um dos fatores mais importantes na composição de preços. Ele é determinado pela complexibilidade inerente ao projeto. O design de um convite de festa tem complexibilidade diferente do da identidade corporativa de uma multinacional – até por fatores como o porte do cliente e o grau de profundidade e de envolvimento. Por exemplo: se o projeto é um catálogo, o grau de envolvimento do escritório é menor quando as fotografias chegam prontas, e menor ainda quando já vêm digitalizadas e tratadas. Por outro lado, é muito maior se o designer tem que sair e dirigir o trabalho do fotógrafo.


Complexibilidade do mercado do cliente:
Aqui avalia-se em que mercado o produto ou serviço do cliente se insere, se ele é ou não marcado por concorrência acirrada e em qual estágio de desenvolvimento visual e gráfico estão os concorrentes. Ou seja, se os concorrentes têm ou não um trabalho profissional de embalagem ou design de marca.


Porte do cliente:
Ele é pequeno, médio ou grande? A responsabilidade dos designers cresce proporcionalmente ao tamanho do cliente.


Natureza do cliente:
Quem é o cliente e qual a sua atividade? Quando a marca, o produto ou o serviço tem performance mais orientada para o aspecto comercial, o designer torna-se co-responsável pelo sucesso de vendas do projeto e o grau de exigência do cliente é maior. Essa situação muda quando o cliente é uma instituição, um museu ou uma ONG, que não explorarão comercialmente o projeto. No primeiro caso, é importante estabelecer um valor a ser repassado para o preço. Outro fator a ser considerado por alguns designers é o histórico do cliente com seus fornecedores anteriores.


Exposição do projeto:
O trabalho será utilizado em campanhas publicitárias e estará em diferentes mídias? O grau de exposição muda quando falamos de marca pessoal, de marca de empresa de varejo com apenas um ponto-de-venda, ou da de um banco com mais de mil agências espalhadas pelo país inteiro. Estas variações determinam o nível de responsabilidade com que o designer terá que atuar e também o grau de complexibilidade do projeto. Além disso, é preciso considerar o tempo de vida do projeto. As marcas consolidam-se com o passar dos anos, Já as peças promocionais normalmente têm vida curta.


Alcance do projeto:
Nos casos de projetos que serão  utilizados em diferentes países, já é pratica corrente o pagamento de valores específicos para esse fim. Os designers estabelecem um preço para o mercado brasileiro e especificam, em contrato, um outro valor para cada mercado externo. Ou seja, cobram quantias diferentes para o uso de uma embalagem na Argentina e nos EUA. Alguns clientes têm por praxe especificar o valor a ser pago, em especial os do mercado editorial e as multinacionais. No caso de embalagem, quando o cliente não tem esse valor, o preço para cada mercado externo pode ser determinado de acordo com a participação de mercado do produto estrangeiro (market share). Por exemplo, o preço pago pelo uso da embalagem é maior se o produto é líder de marcado e menor se ele ocupa o terceiro lugar no ranking de vendas.


Custo/hora:
Saber o seu custo/hora é um dos itens mais importantes, pois isso garante que o custo será repassado para o preço do projeto. No custo/hora entram desde as despesas com energia elétrica, telefone, aluguel e contador, até as realizadas com a compra de livros, renovação e manutenção de equipamentos. Também é preciso estimar quanto tempo se trabalhará no projeto.
Conhecer o valor do custo/hora é importante também nas situações em que o mercado ou os clientes impõem o preço do projeto. Neste caso, trilhará o caminho inverso: transforma o preço dado pelo cliente em custo/hora.
O Sebrae fornece orientação sobre os procedimentos do cálculo do custo/hora. Os softwares encontrados pela web para o cálculo do custo/hora não são recomendados.


Cobrança das variantes/aplicações:
Alguns estabelecem um preço para o trabalho de desenvolvimento do conceito e do projeto gráfico. E fixam um valor específico para a cobrança das variantes (rótulo, embalagem, etc.) ou da aplicação por peça (no caso de sinalização, de aplicação do projeto em diversos pontos-de-venda, etc.)


Encomenda ou concorrência?
Avalia-se também a forma como o trabalho está sendo solicitado. Ou seja, se é sob encomenda ou se está sendo disputado em um concorrência. Aqui vale ressaltar, que a ADG condena a participação dos designers em concorrências especulativas, ou seja, aquelas em que o layout é apresentado e só recebe o dinheiro se ganhar. No entanto, vários clientes já adotaram como prática convocar concorrências de layout em que os designers, para participar, cobram 30% do preço total do orçamento antecipadamente. Em alguns casos, o próprio cliente tem um valor fixado de pagamento antecipado, que é recebido independentemente de se ganhar ou não a concorrência.


Prazo de execução:
Se o cliente  tem urgência, pode ser cobrada uma taxa, pois é necessário mobilizar uma estrutura ou equipe maior.


Experiência do designer:
Os preços dos projetos oscilam também em função da experiência do(s) designer(s) envolvido(s).
O valor do trabalho com quinze recém-formados é bem diferente do de um profissional com muita experiência e que trabalha sozinho, por exemplo. O último pode custar mais.


Outros custos:
Quando não se tem uma grande infra-estrutura interna, os custos de arte-final ou de cópias coloridas em formatos diferenciados são cobrados à parte. Quando a política do cliente exige que a apresentação desses custos seja embutida no preço total do orçamento, o correto é discriminar tudo o que está sendo cobrado – para que no futuro ele não peça um cópia de graça, argumentando que ganhou isso do designer no passado. E claro, há os custos de terceiros a serem considerados.


Preços praticados no mercado:
Este item vale especialmente para áreas de design gráfico, em que o perfil do trabalho executado tem contornos bem definidos e pouca variação, como, por exemplo, as páginas de livro de texto colorido. Neste caso, as editoras costumam ter preço fechado. Além disso, estar atento aos preços que o mercado pratica é importante em vários aspectos. Permite que se evite a prática predatória, a sub-remuneração ou o estabelecimento de valores injustificáveis.
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#2
 Diskete

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Membro
.-.
Mas e se for avaliar uma sign ? avatar ? banner ? ou logos ?
A avaliação deve ser concreta, dizer se gostou apenas não ajuda ao designer, tem que dizer oque gostou, concretizar uma parte que achou legal e que ele acertou, para que ele elabore mais a parte. E dizer apenas que não gostou não ajuda em nada, tem que dar dicar, dizer oque ele errou oque ele tem que melhorar, essas coisas.

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#3
 Austráiàly

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Membro
Creio que o tópico sugira algo mais comercial.
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#4
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